Mostrando postagens com marcador Agudos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Agudos. Mostrar todas as postagens

6 de março de 2013

Compilação de exercícios para o registro agudo

Esta é uma compilação de 12 exercícios para o registro agudo utilizando frases ligadas. Também possui mais um baseado em uma sinfonia de Schumann, e para finalizar, um exercício de agudos com potência (força). Indico fortemente realizar estes exercícios na sua rotina.
O grupo de exercícios pode ser baixado AQUI.

19 de dezembro de 2012

A eterna busca pelos agudos. Caminho correto?

Nós trompetistas, principalmente da música comercial, do jazz, vivemos correndo atrás de tocar agudos. Quando conheço algum trompetista, uma das primeiras coisas que me perguntam é até que nota eu alcanço. Uma vez, viram eu com o bocal do Maynard Ferguson (Jet Tone, MF Personal, década de 70~80. O mais raso que já vi até hoje), e perguntaram: "Até que nota você alcança com ESSE bocal?". Bem, claro que o bocal raso ajuda (e muito), mas, da mesma forma, não é qualquer um que consegue tocar BONITO com aquele bocal. E muito menos tocar notas na região grave, mantendo a musicalidade. Este, pode ser um tema para muuuuitos posts, então, hoje, farei uma 'introdução' apenas.

É claro que, quando ouvidos os agudos incríveis de Maynard, Bill Chase, Cat Anderson, Doc Severinsen e companhia, queremos tocar aquilo. É difícil, chama a atenção, arranca aplausos, e inveja dos outros. Pela natureza de nosso instrumento, somos compelidos a ir por um caminho assim. Como postado neste blog: http://www.thetrumpetblog.com/are-trumpet-players-born-that-way-or-do-they-grow-into-it/ , o trompete não é um instrumento que se possa se esconder. QUALQUER coisa que você faça, aparece, então, por que não tomar a frente, e ser o centro das atenções de vez? Bem, isso é um pouco mais complicado.

Quando falamos em Cat Anderson, Maynard Ferguson, Doc Severinsen, sempre nos lembramos dos agudos que eles tocavam, mas, apenas agudos não resolvem. Você deve ser um bom trompetista, e, principalmente, um bom músico.

O próprio Maynard já dizia (como citado em outro post), que devemos ir para agudo, transpondo aos poucos uma música que tocamos, mantendo a mesma musicalidade.

Aí é que está a chave: mantendo a mesma musicalidade. Ao ouvirmos o Maynard ou o Arturo tocando Maria, vemos que, ao entrar na segunda frase (variação oitavada da primeira), a musicalidade se mantém. A beleza se mantém. E é sobre isso que a música é: Musicalidade, beleza, mensagem, 'espírito', e não notas e oitavas. Então, antes de pensar em que nota você alcança, pense: que notas você toca bem? Que notas você realmente precisa tocar durante uma determinada música?

1 de março de 2010

Transposição de melodias

Bem, eu tinha prometido colocar alguns exercícios de transposição de melodias, para complementar o que foi dito no post anterior. Infelizmente, tinha mais alguns, os quais não localizei, mas, isto deve ajudar bastante (os outros exercícios tinham as melodias escritas em vários tons, e não apenas indicando para onde transpôr). De qualquer form, fica aí o material:
http://linkbee.com/TranspStudies

E não esqueçam, vão subindo, mas não percam a expressão e musicalidade (afinal, quando oitavamos uma música, ou apenas subimos o tom, normalmente se espera que seja a parte onde todo mundo fica de boca aberta e queixo caído, não?).

26 de fevereiro de 2010

Quer tocar agudos? Como não perder o seu apoio.

Artigo escrito por, ninguém menos que ele, Maynard Ferguson, para a revista DownBeat, na edição Julho/93.

Parece que todos os trompetistas iniciantes, assim que conseguem tirar algum som, possuem a irresistível urgência em ver o quão agudo conseguem tocar. Quando você aplica o registro mais alto no improviso do jazz, o objetivo é que não se perca nada de sua articulação. O som, ataque e a "soltura" são muito diferentes se você é predominantemente um 1º trompetista/lead, em uma situação físicamente exigente. É difícil pra um lead de grade poder para tornar-se um grande jazzista, mas alguns o fazem.

11 de fevereiro de 2010

Sobre naipes de trompetes (e tocar agudo, alto e longo)

Abaixo, a tradução de uma das perguntas do Q&A do Carl Saunders que eu traduzi a algum tempo atrás, e que é muito importante para nos fazer pensar um pouco.

AddThis